Pandemia, novos tempos?

De repente tudo simplesmente mudou, nossos planejamentos estagnaram, incertezas e medos instalados. Um impacto que só estamos conseguindo começar a dimensionar agora.

Ao mesmo tempo, entramos em processos que trouxeram uma exacerbação de nossas emoções, sendo forçados a encarar decisões que estávamos postergando, relações que não funcionavam, dinâmicas que nos envolvemos e questionamentos a respeito do que realmente desejamos da vida.

Devido ao isolamento social, outras expectativas que estabelecemos não puderam ser cumpridas, e a forte sensação de que perdemos o controle sobre a nossa vida ficou em evidência. Em algum nível, todos fomos obrigados a nos reinventarmos. A percepção do que tivemos que abrir mão, do que resistimos em enfrentar sobre a nossa história de vida, nos trouxe um misto de fragilidade e força, nossa vulnerabilidade exposta. 

Dependendo da nossa disponibilidade e respeitando nossas limitações aos poucos vamos nos libertando das prisões emocionais às quais ainda estamos alimentando. 

Não é fácil mudar nosso padrão e revisitar o que nos estagnou, o que nos gera medos e ansiedades, mas é a melhor opção para nossa libertação.

A nossa família, o meio em que vivemos são ao mesmo tempo nosso desafio e nossa possibilidade de desenvolvimento. Saber colocar os limites e dizer não é saudável e nos transforma. 

Olhar amorosamente e recuperar o amor próprio é o que nos dá força para seguir e trazer os novos tempos para nossa vida. 

E cada um em seu tempo pode fazer deste momento um novo tempo.

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A proposta deste livro é nos levar a uma reflexão sobre a forma que nos relacionamos. Um singelo convite para que possamos entrar em contato com nossa história e perceber através dela como nos apresentamos nas relações. O autoconhecimento gera um campo de possibilidades para realizarmos nossos objetivos e estarmos inteiros nas relações. Percebendo nossas necessidades, deixamos de colocar no outro a resposta que desejamos, isso proporciona leveza em nossas relações. Com leveza, nos percebemos inteiros. E o que nomeio como encontros genuínos fluem com naturalidade. 

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